Dra. Claudia Viviane Nunes Pereira, Advogado

Dra. Claudia Viviane Nunes Pereira

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Mota & Pereira Advocacia Especializada
Advogada pós graduando em Direito Tributário pela Faculdade Baiana de Direito.

Atuação em processos: TRABALHISTAS - IMOBILIÁRIOS (Ação de despejo, Questões referentes à locação residencial, comercial, elaboração de contratos, interpretação e pareceres da Lei 8245/91 - Lei do Inquilinato) - CRIMINAL (Revogação de prisão preventiva, Relaxamento de prisão, Habeas Corpus, Acompanhamento de oitivas em delegacias, defesas em processos no JECRIM - juizado especial criminal, acompanhamento de INQUÉRITOS POLICIAIS - acompanhamento de PROCESSOS ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR ) - DIREITO DO CONSUMIDOR - DIREITO PREVIDENCIÁRIO - Requerimento de benefícios assistenciais - administrativo e judicial. DIREITO DE FAMÍLIA - divórcio, união estável.

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Dra. Claudia Viviane Nunes Pereira, Advogado
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Comentário · há 10 anos
As empresas agem em desconformidade com o CDC, em desrespeito ao consumidor, não investem em treinamento adequado do seu pessoal, só visam lucro, não investem num retorno satisfativo do cliente, (não são reais empreendedores, ao meu ver, são amadores), e o culpado é o cliente que recorre à justiça pra tentar obter uma consequência ao seu prejuízo imaterial? Será que os pedidos de danos morais cresceram diretamente proporcional ao surgimento de novas empresas que chegam ao mercado infringindo cada vez mais leis e direitos alheios? Será que a boa fé objetiva passa longe do protocolo de atendimento desses empresários ? Será que a esmagadora maioria dos clientes que, inclusive, pela ignorância perante o judiciário, tentam de todas as formas resolver de forma amigável, e por deveras recebem ligações desligadas na cara, são destratados pelas empresas? E a pergunta que não quer calar, qual seria o fundamento dessas empresas pra atuarem sem nenhum pudor ou temor diante da sociedade? Nunca tivemos tanta má prestação de serviço, como temos agora, qual seria o motivo? Eu respondo. O mecanismo de controle utilizado não está sendo eficaz, qual seja, o Estado que tomou para si a tutela dos indivíduos, extinguindo, desta forma, a autotutela do nosso ordenamento (possuindo raríssimas exceções), não está sendo produtivo no que diz respeito à responsabilização desses transgressores das leis, e figa-se de passagem REINCIDENTES!!! A ousadia é tanta, que, nem respeitar a justiça eles respeitam!!! São poucos os processos em que preciso pedir a execução? São poucos os processos que a parte ré simplesmente não comparece ao chamado da justiça? Sabe pq? Pelo simples fato da mesma não existir para uma grande parcela da sociedade. Presenciamos um CAOS no cenário consumerista, são tantos "meros dissabores" que, sinceramente tem que amar muito a profissão pra continuar atuando e verificando esses comportamentos surreais de magistrados e outros mais que ainda encorajam esse tipo de situação, elegendo o termo "indústria do dano moral" para àquela parcela que está cansada de ser desrespeitada, que vai e luta pelos seu direitos no judiciário, muito embora já saiba (pelo menos eu informo com antecedência) que se SE conseguir vencer a ação, a indenização será ínfima, um presente do nosso judiciário para as empresas, uma benção que nas entrelinhas quer dizer: "vão queridos, continuem a sujeitar a população à constrangimentos, aborrecimentos, abalos psicológicos". É lamentável, o Brasil precisa evoluir e muito em todos os quesitos, entretanto, no que diz respeito à justiça, tem que nascer de novo!
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